sexta-feira, 8 de junho de 2012

AVANTE JABUCA DE 09 DE JUNHO

No programa deste fim de semana o apresentador Washington Luis vai até o Estádio Espanha para conferir o jogo entre Jabaquara e Portuguesa, os melhores momentos e entrevistas com os presidentes e representantes dos clubes em disputa.


Não deixe de assistir, o programa vai ao ar neste sábado 11h com reapresentação no domingo as 10h30 pela Tv Com Santos, canal 11 da Net.

LÍDER INVICTO, KOBAYASHI PEDE PÉS NO CHÃO AOS JOGADORES.

O Jabaquara segue invicto no Campeonato Paulista da Segunda Divisão. Após quatro vitórias e um empate, aparece na liderança do Grupo 07, com 13 pontos.

No entanto, o técnico da equipe, Paulinho Kobayashi, pediu atenção aos jogadores. "Temos que manter os pés no chão, porque não conquistamos nada ainda. Queremos buscar o acesso e a princípio está tudo conforme o planejada".

O treinador também, falou sobre a preparação do time para o próximo jogo, que será neste domingo, às10h, diante do Guarujá, no Estádio Espanha.

Devido às fortes chuvas que caem na Baixada Santista, os jogadores não realizam treinamentos a céu aberto.

"Estamos trabalhando pouco, está muito difícil trabalhar por causa da chuva. Estamos buscando treinar em ginásios e academia, mais a parte física do que a parte tática", disse Kobayashi.

por: Federação Paulista de Futebol




segunda-feira, 4 de junho de 2012


04/06/2012 - 07h24

Clássico santista leva 500 pessoas ao estádio; Jabaquara fatura com lojinha

LUIZ COSENZO
ENVIADO ESPECIAL A SANTOS
RAFAEL VALENTE
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE SANTOS

Torcedores de clubes rivais entram juntos no estádio sem causar tumulto. Alguns ocupam espaços diferentes, enquanto outros dividem assentos próximos nas arquibancadas para acompanhar o duelo entre seus times, quase centenários.

A cena descrita soaria estranha se a partida fosse Corinthians x Palmeiras, Flamengo x Vasco, Cruzeiro x Atlético ou Grêmio x Internacional, só para citar algumas rivalidades citadinas. Mas aconteceu entre Jabaquara e Portuguesa Santista, ontem, pela quinta rodada da segunda divisão do Campeonato Paulista --que na prática é a última.

Em caso de vitória, o líder Jabaquara daria um grande passo para assegurar a vaga na segunda fase e praticamente enterraria as chances da lanterna Portuguesa buscar uma reação. Apesar de sugerir tensão, o clima era mais parecido com um jogo entre amigos.

Com menos de meia hora para o início da partida, o único portão de acesso ao estádio permanecia fechado. Um grupo de 50 pessoas estava aglomerado do lado de fora do estádio Espanha, casa do Jabaquara, e com camisas das duas equipes. Quando o portão foi aberto, os torcedores entraram juntos e a grande maioria se separou na hora de ocupar os espaços nas arquibancadas. Outros optaram por assistir juntos ao clássico.

Já na entrada uma tenda com produtos do Jabaquara à venda --como camisas, adesivos e livros-- atraía a atenção. "Tivemos um aumento de 50% nas vendas em relação aos outros jogos. Hoje teve mais gente, mais imprensa. Foi diferente", disse Rita de Cássia, que cuida das vendas de forma voluntária.

Um boné era vendido a R$ 25. A camisa do Jabaquara saía a R$ 80, quase metade do preço de um clube grande da capital.

O trabalho em um clássico regional foi diferente até mesmo para a Polícia Militar, que trabalhou com efetivo de cinco oficiais.

"É diferente de outros jogos. Aqui é sempre assim, muito tranquilo, um clima de família e sem estresse", disse um dos oficiais, que pediu para não ser identificado.

Apesar de o estádio ter capacidade para mais de cinco mil pessoas, o clássico recebeu 572 pagantes. Foi o maior público do ano do Jabaquara, que nas três partidas feitas como mandante até aqui teve média de 371 torcedores.

TENSÃO DE LEVE


Só houve tensão em dois momentos. Primeiro quando torcedores da Portuguesa discutiram durante o primeiro tempo e tiveram de ser separados. O motivo era a falta de bandeiras e batuques. "Antes não tinha faixa e tínhamos time. Hoje temos faixa e não temos time", disse um dos torcedores, irritado. Depois, nos minutos finais, quando a Lusa conseguiu diminuir o placar e quase empatou.

No final, deu Jabaquara, que venceu por 2 a 1.


PERFIL


A maioria dos torcedores do Jabaquara é formado por pessoas com mais de 50 anos, muitos aposentados (que pagam meia entrada) e poucos adolescentes --quase todos integrantes da organizada Fúria Rubro Amarela.

"Na cidade não há clima de rivalidade entre as equipes. O Jabaquara é uma equipe simpática a todos, a Portuguesa Santista é um time que costumava fazer boas campanhas e o Santos é a equipe grande", opina Hélio Lima, o Serrinha, 73, apontado como torcedor símbolo da Lusa santista.

A campanha da equipe também dita o ritmo nas arquibancadas. Os torcedores esbanjavam confiança e comentavam de forma empolgada a liderança do Jabaquara, que em cinco jogos soma 13 pontos e já está praticamente classificado para a segunda fase.

Do lado da Portuguesa, equipe que até tem mais torcedores que o rival, o público é heterogêneo. Há pessoas mais velhas, mas também muitos adolescentes e até crianças. É o caso de Rafael Cheida, 7, que é torcedor da Lusa e do São Paulo.

"Meu pai começou a me levar para os jogos. Não torço pelo Santos e do Neymar gosto do cabelo", disse Rafael. "Ele acompanha todos os jogos. Hoje, ele que me acordou para vir. Não estava muito animado em virtude da campanha, mas deu para vir porque é um clássico família, sem rivalidade", explica Rogério Gomes, o pai de Rafael.

Nas arquibancadas, os torcedores da Lusa demonstravam um pouco mais de irritação, cornetavam os jogadores e também deixaram as faixas de ponta cabeça.

por: http://www1.folha.uol.com.br

RODRIGÃO É NOTÍCIA NA FOLHA DE SÃO PAULO


04/06/2012 - 07h24

Atacante ex-Santos e Palmeiras troca Série B pelo Jabaquara

LUIZ COSENZO
ENVIADO ESPECIAL A SANTOS
RAFAEL VALENTE
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE SANTOS


O atacante Rodrigão, 33, que teve passagens por Santos e Palmeiras, defende neste ano o Jabaquara na última divisão do Campeonato Paulista. Ele afirmou que está no time santista por escolha própria e que rejeitou equipes mais tradicionais para ser feliz.

"Vim para ajudar e estou muito feliz. O que recebo não paga as minhas contas, mas me planejo. Hoje quero ser campeão", disse Rodrigão, que passou em branco na vitória do Jabaquara sobre a Portuguesa Santista por 2 a 1, no domingo, pela quinta rodada da Segunda Divisão (nome oficial do torneio) de São Paulo.

O time santista lidera o Grupo 7 com 13 pontos em cinco jogos e praticamente assegurou uma vaga na segunda fase.

"Recebi propostas de times da Série B com o mesmo salário que recebo aqui, mas preferi ficar. O projeto que foi apresentado pelo Jabaquara me agradou bastante", acrescentou o jogador, que marcou quatro gols em quatro jogos.


Rodrigão afirmou que o pagamento em dia em uma equipe de divisão inferior é essencial para uma boa campanha.
"Quando tem problema extracampo fica difícil. O salário mensal do atleta nessa divisão é muito importante já que ele recebe pouco ao contrário de uma Série A."


O atacante é um dos quatro atletas com mais de 23 anos que o Jabaquara possui no elenco. De acordo com o regulamento dessa divisão, os clubes podem utilizar atletas nascidos a partir de 1989 e mais três nascidos em 1988, ou antes, por partida.


Além de Rodrigão, o Jabaquara conta também no elenco com o lateral esquerdo Rubens Cardoso, 35, campeão do Mundial de Clubes-2006 pelo Internacional. O jogador, no entanto, ainda não estreou --se recupera de uma lesão muscular.


O time é comandado pelo ex-jogador Paulinho Kobayashi, que já defendeu o Santos.


"É o primeiro clube que me deram o trabalho desde o início. Iniciamos a preparação em dezembro e fizemos 90 testes para escolher 30 atletas. Temos um planejamento, uma estrutura", disse Kobayashi, que já treinou Portuguesa Santista, Francana e Taquaritinga.


"É uma divisão que a vontade, a garra e o choque fazem a diferença. Também trabalhamos tecnicamente e taticamente", falou o treinador, que fez estágios com Vanderlei Luxemburgo, Gallo e Dorival Jr, mas tem como referência Cilinho.

JABAQUARA É NOTÍCIA NA FOLHA DE SÃO PAULO


04/06/2012 - 07h24

Aos 100 anos, Santos vê seus primeiros rivais sofrerem na 4ª divisão

No ano em que o Santos completa seu primeiro centenário e vê seu faturamento aumentar, Jabaquara e a Portuguesa Santista, os primeiros rivais da história do time da Vila Belmiro, tentam sair do fundo do poço e se reerguer no futebol paulista.

Os dois estão na quarta divisão do futebol paulista e convivem com a falta de apoio, baixas receitas e, no caso específico da Portuguesa, questões judiciais que dificultam o planejamento e o crescimento. No domingo, o Jabaquara venceu o rival por 2 a 1 no clássico da cidade.

Fora da divisão de elite, o quase centenário Jabaquara --completa cem anos em 2014-- se vira como pode para arcar com a sua folha salarial, que gira em torno R$ 40 mil, incluindo a comissão técnica.
Lance do jogo em que o Jabaquara derrotou a Portuguesa Santista por 2 a 1, no estádio Espanha



















"Nossa maior arrecadação é com a locação de espaços da nossa área social. Alugamos a área hípica, os salões e temos algumas parcerias. São valores modestos, mas que ajudam bastante", disse o presidente do Jabaquara, Bento Marques Prazeres.


"Apesar das dificuldades, não temos dívidas. Temos todas as certidões negativas. Estamos nos estruturando e caminhado com as próprias pernas, mas com passos pequenos", acrescentou o cartola, que está no clube desde 2008 e encerra o seu mandato no final deste ano.


Já a Portuguesa Santista, que disputou a Série A-1 pela última vez em 2006, sofre com processos trabalhistas e também a falta de apoio.


"A Portuguesa não recebe ajuda de ninguém. Não temos parceiros e nem patrocinadores. Vivemos da receita dos associados, do aluguel do salão de festas e do estacionamento. É muito difícil, mas vamos tocando. Não posso dar um passo maior que a minha perna", disse o presidente José Ciaglia.


A folha salarial da equipe é, segundo ele, de aproximadamente R$ 35 mil.
Lance do jogo em que o Jabaquara derrotou a Portuguesa Santista por 2 a 1, no estádio Espanha



Os dois clubes também lamentam a falta de apoio da FPF (Federação Paulista de Futebol), que destina uma cota de R$ 12 mil para cada um dos 41 times participantes da última divisão paulista durante os seis meses de disputa.


"Essa divisão é o fundo do poço. É um dinheiro que não dá para nada. O campeonato é longo e custoso", afirmou Ciaglia. "É um valor insignificante, mas é melhor do que nada", disse o vice-presidente de futebol do Jabaquara, Gilson Pereira da Silva.


Com a receita mínima para tocar os clubes e sem o apoio da FPF, Portuguesa Santista e Jabaquara procuraram o Santos para fechar uma parceria. No entanto, os dois clubes não conseguiram chegar a um acordo com os jogadores do time da Vila Belmiro.


"Temos um ótimo relacionamento com o Santos, mas as negociações não evoluíram. Os jogadores não aceitaram. Os jogadores da base do Santos têm salário maior", afirmou Bento Marques Prazeres. "Quem vive no Santos vive no auge. Então fica chato para o próprio atleta vir jogar aqui", disse o vice do Jabaquara.


"Conversamos com o Santos, que até fez uma lista de jogadores para a gente. No entanto, é muito difícil contratar. Eles não se enquadram na nossa realidade financeira", contou Ciaglia, que conseguiu acertar a contratação dos santistas Wesley (lateral esquerdo) e Jeferson (volante).


O valor oferecido pela FPF à Portuguesa Santista e ao Jabaquara não corresponde a 1% do que o Santos recebeu para jogar a elite do Estado --R$ 10 milhões por pouco mais de três meses de disputa.


Com o novo contrato assinado com a TV Globo sobre os direitos de transmissão do Brasileiro, o Santos também recebe cerca de R$ 70 milhões, além de outras cotas e patrocínios.


Só Neymar, que possui 11 patrocinadores, tem faturamento mensal de R$ 2,3 milhões. O Santos arca com aproximadamente R$ 350 mil.


matéria: http://www1.folha.uol.com.br
fotos:     Cléber Léo

No 'Clássico das Praias', Jabuca vence e afunda a Briosa

Líder do Grupo 7, Jabaquara bate a Portuguesa Santista por 2 a 1, mantém liderança isolada e afunda o adversário.

No "Clássico das Praias", o Jabaquara venceu a Portuguesa Santista por 2 a 1 na manhã deste domingo e segue líder isolado do Grupo 7 da Segunda Divisão do Campeonato Paulista. O Leão da Caneleira chegou a 13 pontos e proticamente se garantiu na próxima fase.

Após a vitória no clássico, o Leão da Caneleira jogará no próximo domingo, contra o Guarujá, às 10h, também no Estádio Espanha.

Leão começa melhor
O Jabaquara começou em cima da Portuguesa Santista. Logo nos minutos iniciais da partida, Edgard fez boa jogada e rolou para Rodrigão.
O centroavante chutou nas mãos do goleira Vinícius, que viria a ser um dos destaques do primeiro tempo.

O Leão pressionava a Briosa em seu próprio campo, dificultando a vida do time luso. Rodrigão, Edgard e Thales incomodaram os adversários durante toda primeira etapa. Mas a Portuguesa não estava morta e teve alguns bons momentos em campo. Guilherme foi o primeiro a assuntar o
goleiro Diego. Na sequência, Daniel trabalhou bem a bola e rolou para o estreante Wesley, ex-jogador do Peixe, que chutou cruzado exigindo a intervenção do goleirão da Briosa.
A rivalidade começou ganhar corpo dentro das quatro linhas e o jogo ficou duro, com muitas faltas.
Numa delas, Guto derrubou o lateral Thales, que recebeu apenas cartão amarelo. A torcida da Briosa reclamou e com razão. Na sequência, Daniel passou por vários adversários pelo setor esquerdo e foi derrubado por Renan, mas o árbitro ignorou o lance e deixou rolar, proporcionando um contra-ataque perigoso para o Jabuca - o goleira Vinícus evitou o gol ao sair nos pés de Rodrigão.

Prêmio para o melhor time.

A segunda etapa começou com uma mdança no Jabaquara, promovida pelo técnico Paulinho Kobayashi: o meia Edinho entrou no lugar do atacante Pedrão. A alteração deu resultado. O jogador entrou bem, puxando vários ataques e arriscando chutes a gol.
Em cobrança de falta pelo lado esquerdo, Edinho cruzou na área, passando por todos e raspando a trave esquerda do goleiro Vinícius. A Briosa tentava retrucar nos contra-ataques, mas sem eficiência, dando pouco trabalho a Diego.
Thales, Edinho, Edgard e Rodrigão davam trabalho à defesa da Portuguesa Santista. Tanta pressão deu resultado. Aos 17 minutos, em jogada pelo lado direito, Thales cruzou na cabeça do zagueiro Gabriel, que abriu o marcador para o Jabuca.
O Leão seguia bem no jogo, e, com a expulsão de Betão, da Briosa, as coisas ficaram mais fáceis para a equipe da casa.
Aos 32 minutos da segunda etapa, Edinho fez excelente jogada, passando por vários jogadores da Briosa, e disparou um belo chute. Vinicius não pôde fazer absolutamente nada: 2 a 0.

Nenê Belarmino foi obrigado a fazer duas mudanças na Briosa: Jefferson no lugar de Daniel, e Carlos Eduardo na vaga de Matheus. A Portuguesa reagiu. Nos minutos finais da partida, Jefferson fez lançamento pelo lado esquerdo, e o lateral Sallins, de cabeça, fez o gol de honra da Briosa.

por: Globo.com

sexta-feira, 1 de junho de 2012

AVANTE JABUCA 02 DE JUNHO DE 12

Neste sábado o apresentador Washington Luis recebe o técnico Lucas Peres e o atacante Patrick Yuri do Jabaquara categoria sub 17.






Falam de como o time melhorou desde quando o Jabaquara se uniu em parceria com SEMES(Secretaria Municipal de Esportes), e também falam sobre a chance de classificação do time no Campeonato Paulista.


Não percam!!!
O Avante Jabuca vai ao ar neste sábado 11h com representação no domingo 10h30 pela Tv Com Santos, canal 11 da NET.




E NÃO ESQUEÇAM!!!!!!
Neste domingo 03 de junho temos um compromisso!!!!!
O clássico Jabaquara x Portuguesa no Estádio Espanha a partir das 10h.